Geoterapia E Suas Aplicações

Radiestesia e Radiônica

Geoterapia - Modelo: Polly - Arte Digital: Henrique Vieira Filho Geo = origem, terra. A terra tem um poder de restauração muito grande. Nós a herdamos de graça e, muitas vezes, quase não a utilizamos. Dela vêm nossos alimentos.

Estes festejos tem origem milenar relacionados ao final do inverno (frio, neve, escassez...) e o retorno do sol (calor, primavera, fartura de alimentos...). Era uma celebração coletiva pela sobrevivência ao período mais difícil do ano e a esperança que vem com a nova estação. Novos tempos, as necessidades básicas de sobrevivência da maioria estão supridas e os anseios se voltam para questões mais transcendentes, tais como a satisfação afetivo-social, a auto-estima e a auto-realização: Hierarquia das Necessidades - Pirâmide de Maslow - Arte Digital: Henrique Vieira Filho A idéia de que estamos no “final” de um ciclo, via de regra, conduz a um “balanço de resultados” e, geralmente, a constatação é de que ficamos abaixo de nossas expectativas. Em uma das variantes da mitologia natalina, a figura de Papai Noel é inseparavelmente relacionado à de seu ajudante, o qual carregava um saco para levar embora as crianças que não se comportaram bem durante o ano. A versão foi sutilizada com o tempo e a sacola agora traz presentes para os bem comportados, enquanto os outros, nada recebem, ou, quando muito, uma pedra de carvão, alertando que não fez por merecer. “... Só a permanência oculta, mas ainda efetiva, da face severa e punitiva do velho Noel justifica que a ele sejam entregues em sacrifício os prazeres orais mais regressivos aos quais é preciso renunciar para crescer. Bicos e mamadeiras são sacrificados anualmente no altar natalino em nome do Papai Noel.  A decoração natalina erige ostensivamente a rubra representação paterna à categoria de imagem incessantemente repetida. Cada casa tem que ter o seu, pendurado dos mais diversos jeitos, ele sempre tem que estar presente, o onipresente pai que chega com  o fim do ano. O pai protege, mas ensina a crescer, dá mas exige que se conquiste. Se muitos pais modernos sonegam ou procrastinam esta tarefa, bem vindo seja o Papai Noel a desempenhá-la antes que o ano acabe e os balanços anuais desabem sobre  nossas sempre parcas realizações. (Extraído do “Correio da APPOA”, número 64) …” Existe introjetado em todo ser humano a “cobrança”, a autocrítica, em grau menor ou maior e, para este último caso, o período de festas amplifica ainda mais a sensação de “frustração”, perante as realizações não conquistadas que, não raro, ofuscam a percepção do que de positivo aconteceu. O final do ano atua como “término de prazo” para concluir as metas almejadas e precipita um “julgamento” de que não fez por merecer, somando a sensação de culpa, às emoções de tristeza e até mesmo raiva, que parecem ter menos “espaço” de aceitação nestas épocas em que ser feliz se torna mais uma “obrigação” que não foi possível cumprir, retroalimentando a angústia pelo sentimento de inadequação. No campo afetivo, cada um elabora suas “perdas” (mortes, separações, enfermidades, acontecimentos traumáticos, etc...), seus “lutos”, de formas distintas, cuja duração não ocorre com “prazo”, nem “data” pré-definidos para encerrar. Porém, a sociedade “exige” que se festeje esse período, pressionando quem “ouse” estar em outra “sintonia” emocional. Entes queridos e próximos se esforçam para “impor felicidade”, via de regra, na melhor das intenções, mas impedem a pessoa de vivenciar sua tristeza e, por consequência, de elaborar os acontecimentos e “crescer” com o processo. Este período de festas também “exige” família perfeita, completa e harmoniosa, compartilhando presentes, refeições, sorrisos e abraços. Mas, o que fazer com todas as brigas, os traumas, as mágoas, as agressões (emocionais e físicas nos mais variados níveis de gravidade...) ? Apesar da incontestável beleza do ideal do perdão, a realidade deve ser aceita de que a superação vai muito além da intenção. Quantos relatos já presenciei, em consultório, do terrível sofrimento de pessoas que se viram obrigadas a permanecer, lado a lado, junto a seus agressores, por serem “família” e estarem “festejando”, tudo em nome do “espírito natalino”. E ainda “exigiam” sorrisos e abraços a serem sobrepostos ao pavor, ao ódio, à humilhação sentidas... Em menor grau de traumaticidade, existe outras “cobranças” sutis que afloram nestes momentos em que se exije a “família padrão” propagandeada pelos meios de comunicação: os solteiros, os casais sem filhos, os que ainda não decidiram pela carreira ou optaram por uma não convencional, enfim, todos que não se enquadram no “retrato padrão” tendem ao sentimento de rejeição. “... A festa de natal convoca cada um para que assuma seu lugar na família. A ceia presente ou ausente, mais ou menos lauta ou festiva, termina sendo para todos uma espécie de teste. Durante o ano podemos variar e ensaiar posição frente à família, mas na festa de natal o peso dos lugares está dado. Para os namorados em qual família passar é um drama, para os solteiros ainda maior pois lhes é cobrado, ainda que ninguém lhe diga nada, a sua solidão. Sabemos todos que é ali o dia de mostrar as melhores intenções quanto à continuação da família. (Extraído do “Correio da APPOA”, número 64) …” Claro, muitas pessoas realmente se sentem bem neste período do ano. Outrossim, este artigo é para observar que este “espírito festivo” não é aplicável a todos. Muitos estão mais para negar sua dor, do que sinceramente alegres. Pressionados pelas pessoas próximas, bombardeados pelos meios de comunicação que “vendem” a obrigação de ser feliz, seja pelas propagandas de momentos perfeitos, ou pela avalanche de filmes e músicas que remetem ao tema, quantos de nós utilizam de recursos capazes de “diluir” seus reais sentimentos e simular o “espírito festivo”: consumismo exarcebado, festanças, excessos alimentares, drogas (bebidas, cigarros, entorpecentes, alucinógenos, etc, etc...). Nestes casos, não raro, assim que cessam as emoções artificiais, o re-contato com as verdadeiras costumam ser ainda mais sofridos. Nós, Terapeutas Holísticos, assim como muitos outros profissionais que também atuam com Psicoterapia, comumente interrompemos as atividades de consultório justamente nestes períodos festivos. Temos a obrigação de nos dar conta que são momentos extremamente críticos para boa parte de nossos Clientes. O ideal é que se trabalhe previamente sobre o tema, trazendo à pauta na Terapia a questão das festividades e que se desenvolva recursos capazes de amparar e harmonizar, para um melhor enfrentamento. Por exemplos, vivências e/ou psicodramas, onde exercícios de imaginação conduzam o Cliente para as festas e situações de família, possibilitando a análise das reações, perspectivas e anseios, como um “treino” do que pode ocorrer, vivenciado no ambiente seguro de consultório. Outro bom recurso são as essências fl O homem moderno não usa a terra, perdeu o contato físico com ela. Só usa calçado de borracha e outros que o isolam da mãe-terra, deixando de usufruir os benefícios advindos da proximidade com ela, como descarregar energias negativas e puxar energias positivas só com o caminhar descalço sobre a terra. Vive-se poluindo a terra por toda parte e não se usa-a para a harmonia pessoal. Os índios utilizam muito a terra como processo harmonizador. Quando são picados por uma cobra venenosa ou ferroados por uma abelha ou vespa, põem terra úmida ou barro sobre o ferimento e o que acontece: sai o veneno, não incha e a dor é eliminada em poucos instantes. Para acabar com a febre, o índio também costuma enterrar-se por algum tempo e depois tomar um banho frio. Basta isso para que a febre desapareça. A terra, como diz M. Lezaeta Acharan, “refresca, desinflama, descongestiona, purifica, cicatriza, absorve e acalma, é um laboratório de vida e jamais nos prejudicará a terra pura”. São inúmeros os desequilíbrios energéticos capazes de se harmonizarem com o uso da argila, barro, em aplicações exteriores e no corpo, e de acordo com as radiações detectadas pelo pêndulo com a análise do cliente à distância usando a Ficha do Cliente os pontos de alarme, os chakras, vamos usando com persistência as aplicações do barro que fazem verdadeiros “milagres”. Algumas normas para o uso da argila como cataplasma:

  • Colher terra virgem, pura, não importa a cor, em profundidade (meio metro), de preferência no meio do mato ou cavar bastante buraco no barranco e tirar a terra do fundo;
  • Peneirar e desmanchar os torrões maiores; em seguida, secar esta terra ao sol e guardar em vasilha que não enferruje ou oxide, como é o caso do ferro, cobre e alumínio que não devem ser usados para guardar o produto. Pode-se usar a terra fresca colhida na hora sem secar, evidentemente;
  • Ao usar, misturar água limpa e deixar repousar um tempo até que a argila se desmanche por si;
  • Misturar bem até formar barro liguento; não usar metal para isso;
  • Usar a argila só uma vez e depois joga-se fora;
  • Perseverar, isto é, quando se começa a aplicação de argila, não se deve interromper durante, pelo menos, 10 dias;
  • Pode provocar dor; neste caso, usa-se por menos tempo - uma hora por dia;
  • A água em que se mistura a argila deve ser pura, natural e pode ser substituída em certos casos por chás de plantas, como alecrim, cavalinha e outras.

Efeitos obtidos com o uso da argila:

  • A terra é bactericida, isto é, mata bactérias, elimina células estragadas e forma outras novas;
  • Cicatriza inflamações internas;
  • Purifica e enriquece o sangue;
  • Fortifica os órgãos internos, desperta forças vitais, sem ser um excitante;
  • Acaba com parasitas e vermes;
  • Harmoniza a pessoa como um todo.

A argila tem poderes ainda não completamente desvendados. O notável é que ela age positivamente, mesmo sendo colocada à distância, no testemunho do cliente. Neste mundo moderno de constante correria somos levados a vibrar, muitas vezes, ao ritmo do medo. Nós não só tememos coisas e situações que são realmente perigosas, mas mesmo nos momentos de lazer, inventamos deliberadamente coisas com que nos assustarmos. Muitos dos nossos temores nada têm a ver com o perigo físico. Eles envolvem situações que afetam o nosso ajustamento a um mundo confuso ou a pessoas igualmente confusas. Passamos grande parte de nossa vida correndo em círculo como se estivéssemos em um teatro em chamas. Criamos e vivemos sob tensão nervosa. Somos intensamente emocionais, mesmo bem ajustados ao nosso ambiente. Nossa energia está sempre em tumulto. Por isso, precisamos sempre equilibrá-la. O Terapeuta Holístico usa de várias técnicas e se especializa sempre, visando este harmonizar tanto dele mesmo quanto do cliente, e, neste estudo, usamos a ARGILA na Ficha do Cliente e notamos que as radiações emanadas daí vão atuar diretamente à distância nos cinco corpos do cliente, proporcionando-lhe um maior bem-estar. Esta vibração da radiação conecta o cliente ao ser que realmente é, trazendo-lhe maior alegria, amor, liberdade e progresso. Esta conexão da pessoa com sua essência é o equilíbrio, é a manifestação de vida perfeita, é o estado de ser mais natural. Esse equilíbrio também é mantido por pensamentos, de vitalidade, entusiasmo, bem-estar físico, abundancia, exuberante alegria. Pensar sobre alguma coisa equivale a chamar a essência dessa “alguma coisa” para a vida, como já dissemos anteriormente. Quando se coloca a argila sobre a Ficha de Cliente individual você está atraindo energias harmonizadoras para aquele cliente, proporcionando-lhe um equilíbrio maior e duradouro.  

Nilma Glória Braga Siqueira - CRT 30758 - Terapeuta Holística Nilma Glória Braga Siqueira - CRT 30758 - Terapeuta Holística, trabalha com Radiestesia, Radiônica e é palestrante destacada do congresso Holística. nilmagloria@terapiaholistica.net

 

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