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Final de ano, início de outro... A humanidade desenvolveu CALENDÁRIOS como uma tentativa de compreender, prever e até conquistar o TEMPO e, assim, acalmar boa parte de nossos temores quanto a este conceito que parece fluir em constante fuga, sendo a distância entre a causa e o efeito de tudo que presenciamos. Estabelecer e seguir um calendário é adquirir a sensação de segurança, de integrar-se ao ritmo do Universo e esta iniciativa é milenar e comum a todas as culturas.

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Duas pessoas distintas em uma mesma e maravilhosa cidade histórica: Avignon, França.

Ambas, emocionadas, juram voltar para compreender mais profundamente os sentimentos aflorados em suas muralhas…

No caso, eu mesmo, maravilhado pela imponência arquitetônica do Castelo do Papa e o outro indivíduo, por ter ficado aterrorizado ao visitar seus salões e corredores…

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Ops, quero dizer: "Ato Falho" !

Claro que, quando realizado de propósito, trata-se de uma piada. No caso do título deste artigo, a simulação "homenageia" Freud e uma de suas pautas mais polêmicas.
 
Outrossim, no contexto terapêutico, dizer uma coisa, quando se pretendia expressar outra, pode ser bastante significativo, expressando desejos inconscientes. 
 
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Os meios de comunicação em massa imprimem uma “obrigação” de felicidade neste período do ano.

Vendem imagens de pessoas alegres, bonitas, festejando em famílias harmoniosas, todos de bem com a vida.

Quem não se enquadra neste estado de espírito se vê pressionado para “adequar-se”, cobrança esta que pode amplificar ainda mais a angústia que sente.

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O Elefante e a Estaca

Quando pequeno, o elefantinho é amarrado a uma estaca.

Por mais que se esforce, não consegue se livrar dela, até chegar um ponto em que desiste de lutar e se resigna a um princípio:

“A estaca é mais poderosa do que eu”.

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Hoje me coloco como fonte de restabelecer através da escrita o chamado para o reconhecimento do legado pertencente naturalmente ao feminino e para as grandes mulheres, que é você que está lendo este artigo.

A mulher mãe, a mulher terapeuta, a mulher moça, a mulher avó, a mulher solteira, a mulher menina.

O momento nos conduz para um reencontro de nossa essência.

O chamado do despertar para uma consciência do resgate milenar.

 

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A questão é:- a compreensão do real e imaginário direciona a pessoa para uma melhor situação em sua vida? Para responder a esta questão teria de saber qual é o significado da frase- “...uma melhor situação em sua vida”.  Uma vez que a técnica holística esteja de acordo com esforços para obtermos o equilíbrio energético serão eficazes, se tivermos um conceito positivo da energia corporal e mental. Com esse binômio equilibrado, estaremos obtendo de um lado a resultante entre corpo e mente, de outro lado uma equilibrante que passa a ser a espiritualidade (energia transcendental); como seria a alquimia da mente em tempos passados vistas pelo sistema simbólico de hoje?

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Livro - Arte Digital: Henrique Vieira Filho - Modelo: Rilda

O objetivo principal do Centro de Imagem Holística é o de mostrar ao Terapeuta a posição, a distribuição, e o feitio da imagem revelada pelo cliente. A posição e a distribuição da imagem também revelam a característica principal, e oferecem compreensão abrangente, auxiliando o trabalho do Terapeuta.

Apresentamos aqui um elenco com 18 posições de distribuição de imagens, para os quais, a interpretação feita no momento certo, forneceu contribuição importante para o entendimento do caso, quando não, a própria solução.

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Leitura Corporal - Arte Digital: Henrique Vieira Filho - Modelo: Polly

O raio de ação do Observatório, em linha reta geral, é o corpo físico do cliente representado por uma profusão de aspectos(determinadas qualidades, ou conjunto parcial de características),  onde o respectivo predomínio (que condição está em preponderância) deve ser registrado na primeira consulta.

O plano para a utilização do Observatório está dividido em duas partes: A primeira consiste em comunicar ao cliente sobre o trabalho que será executado, ou seja, a observação dos feitios e segmentos que não são revelados nas Imagens Holística ou somente é visível no corpo físico. A segunda será a interpretação das respostas  deste fenômeno  e o cruzamento com as interpretações básicas, específicas e leituras complementares.

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Recentemente, a mídia vem divulgando, com ares de “novidade”, a implantação no SUS - Sistema Único de Saúde, de técnicas (pejorativa e erroneamente chamadas de…) “alternativas” / “complementares”, tais como Yôga, Reiki e ARTETERAPIA, sendo esta última, a que mais abordarei neste artigo.
 
Transito entre dois universos com muitos pontos em comum: sou Artista (em especial, atuando com artes plásticas e fotografia) e Terapeuta Holístico (psicanálise, terapias corporais, tradicionais chinesas e ARTETERAPIA, dentre várias outras técnicas). 
 
Pois bem, se eu quisesse atender no SUS com estas “novas” técnicas, teria que “apelar” para ainda mais OUTRA profissão para qual estou legalmente habilitado: Educador Físico!
 
Pasmem, mas é isso mesmo: para trabalhar com Arteterapia no SUS, você NÃO pode ser, nem Artista (!), nem… Arteterapeuta (!!??)...

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A Moda Das Sereias E A Psicanálise


Um dos poderes positivos da mídia é o de despertar a curiosidade sadia sobre alguns tópicos universais, como por exemplo, a Mitologia das Sereias e ampliar o conhecimento da diversidade.

A novela (“paixão” nacional) mais recente traz ao conhecimento do público em geral, mais uma “tribo” moderna: a dos adeptos do Sereismo, ou seja, pessoas que são fascinadas pelo mundo aquático e que exteriorizam esse amor em suas atitudes ecológicas, no uso de acessórios com cores, formas e temáticas de ambientes marinhos e fluviais e, até mesmo, nadam caracterizados como sereias e tritões.

Existe certa semelhança com as “tribos” urbanas de “vampiros” (pessoas que apreciam as atividades noturnas, roupas de época, a sensualidade e até organizam campanhas de doação de sangue, que até usam próteses dentárias para melhor se identificar a estas personas…).

Seria caso de “fuga” da “realidade” ou um exercício lúdico e criativo de conexão ao seu mundo interior? Cada caso é um caso! Todo generalização é injusta e devemos manter mente e corações abertos para o entendimento.

A Psicanálise dos Contos de Fadas é um estudo obrigatório a todo Terapeuta: desenvolve o raciocínio analítico, amplia a capacidade de interpretar os sonhos e de compreender o inconsciente coletivo.

Se usar um “filtro” freudiano para estudarmos as sereias, a conotação com  a sexualidade, incesto, castração e figura materna seriam bastante consideradas. Afinal, uma figura que, na porção superior, é humanamente encantadora e sedutora, mas, que em sua região baixa possui um impeditivo ao sexo… abre as possibilidades de interpretação tal qual tal qual ocorreria nos complexos de Édipo/Electra (sim, eu sei que Freud não apreciava essa nomenclatura feminina…).

Assim sendo, lidar com nossa porção sereia/tritão seria um chamado para compreendermos e transcendermos esta fase da vida.

Se enxergarmos com olhos “junguianos”, o leque de possibilidades interpretativas se amplia ainda mais.

Todas a variáveis do Sereismo apontam para a Anima - Yin (o lado feminino de nosso ser): água, sedução, beleza, feminilidade, fluidez…

De certa forma, podemos compreender as diversas sagas (nosso mergulho” no inconsciente, a busca pelo autoconhecimento…) em que figuras heróicas (nossa porção Animus - Yang) vão ao salvamento de “donzelas em perigo” (nossa própria “metade” feminina…), enfrentando poderosos e misteriosos seres, dentre os quais as sereias, que aqui seriam também facetas de nosso feminino, não raro “herdadas” das figuras maternas de nossa infância.

Outra interpretação plausível para as sereias e tritões seria análoga às dos centauros (Quiron, inclusive…): a conexão entre o transcendental e o material, entre o consciente e o inconsciente, superego e id, aspirações da alma e as do corpo… ou seja, a parte humana (região superior do corpo) e a parte primitiva/animal (a porção peixe…).

Claro que, toda esse amplo leque de possibilidades ora aberto é uma forma de “generalização” e, como tal, tendo a falhar quando nos deparamos com os casos, que são sempre individuais e ÚNICOS.

Alguns estudiosos consideram que as lendas milenares, de tradição verbal, dizem muito sobre o inconsciente coletivo, enquanto que as histórias mais recentes e de autoria conhecida falam mais sobre o próprio escritor.

Em "A Pequena Sereia", de Hans Christian Andersen,  ele retrata a vontade de sofrer a dor e a mutilação (perda da cauda da sereia e sua voz) como condições para casar com um príncipe.

Enquanto alguns interpretam como uma metáfora sobre o desenvolvimento sexual feminino, muitos aí projetam os conflitos homossexuais do próprio Andersen, dentro do conceito de Freud do papel da ansiedade de castração no complexo negativo de Édipo.

Se assim for, as questões sexuais não resolvidas de Andersen podem ter sido a inspiração da história de "A Pequena Sereia".

Um olhar junguiano analisando “A Pequena Sereia" encontraria projeções da busca transcendental de Anderson, onde a sereia é recompensada por seu altruísmo, transmutando a própria morte física e conquistando uma alma imortal entre as filhas do ar.

Em suma, não existe uma regra interpretativa que sirva para todos as pessoas,em todos os seus momentos. O livre pensar deste artigo é tão somente um exercício para manter nossa mente interpretativa atenta e o coração receptivo, sem julgamentos.

Pontuando que, é claro, CLIENTE é quem busca ESPONTANEAMENTE nossos serviços profissionais e, como tal, pressupõe que espera de nós, uma análise e interação e. JAMAIS nenhuma forma de “julgamento” (nem positivo, nem negativo)...

...Para satisfazer aos mais pragmáticos, podemos emprestar um pouco da praticidade sugerindo um repertório básico de questões a ser inseridas no contexto de atendimento de um Cliente que seja adepto do Sereismo:

 

  • Sente-se feliz?
  • Necessita de  cada vez mais tempo dedicado a esta prática para se sentir bem e, na impossibilidade de vivenciar o Sereismo, apresenta ansiedade, irritabilidade, insônia e desconforto?
  • Está negligenciando as demais atividades sociais, profissionais ou de lazer na dedicação ao Sereismo?


Em suma, alguns questionamentos (e não “julgamentos”...) convencionais que seriam aplicados em qualquer situação de comportamento, para detectarmos até que ponto é (ou não…) uma “fuga” de algo, e como podemos integrar esta faceta da personalidade.

Afinal, é sadio transitarmos entre diversas “personas” (facetas de nossa personalidade…), mas, o que pode se tornar um problema é quando nos “fixamos” ou nos limitamos a tão somente uma: seja a “persona” do “Sereismo”, seja a de “Mãe”, seja a de “Artista”, seja a de… “Terapeuta”!

Na abordagem holística, tudo é menos “acaso” e muito mais SINCRONICIDADE!

Então, se o Sereismo se transformou na pauta midiática do momento, vamos aproveitar construtivamente e estudar ainda mais sobre o fascinante universo dos Arquétipos, pois, em cada mito, espelhamos um pouco mais de nós mesmos!

Henrique Vieira Filho - Terapeuta Holístico - CRT 21001Henrique Vieira Filho - Terapeuta Holístico - CRT 21001, é autor de diversos livros da profissão.

A origem do Carnaval é milenar. 

Deriva das mais variadas culturas em seus ritos primaveris, posteriormente incorporados ao calendário miscigenante e conciliador da igreja romana.

Uma das características interessantes destas manifestações é o uso das máscaras, que mais do escondem, igualmente expõem as tendências ocultas ávidas por se exteriorizar.

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Os feriados são de dupla interpretação para os profissionais: os assalariados, pulam felizes, já que não trabalham e ainda assim, recebem...

Já os patrões, profissionais liberais e autônomos em geral, sentem-se prejudicados, pois deixam de receber seus Clientes e, por consequência, tem que lidar com esta redução de sua justa receita.

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Para esse artigo, gostaria de convidar a todos a fazer um embarque mental, peço que leiam o texto e se imaginem nesse caminho, se coloquem nesse avião, escolham esse destino, escolham a música, as cores e façam esse passeio.

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Buscar um significado positivo para nossas vidas não é tarefa fácil, e para tanto, é necessário ampliar o Autoconhecimento.

    E, assim, aflorar um sentimento positivo, abrangente e criativo, acompanhado de entusiasmo e de possibilidades a respeito de si próprio.  

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Os meios de comunicação em massa imprimem uma “obrigação” de felicidade neste período do ano.

Vendem imagens de pessoas alegres, bonitas, festejando em famílias harmoniosas, todos de bem com a vida.

Quem não se enquadra neste estado de espírito se vê pressionado para “adequar-se”, cobrança esta que pode amplificar ainda mais a angústia que sente.

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Final de ano, início de outro... A humanidade desenvolveu CALENDÁRIOS como uma tentativa de compreender, prever e até conquistar o TEMPO e, assim, acalmar boa parte de nossos temores quanto a este conceito que parece fluir em constante fuga, sendo a distância entre a causa e o efeito de tudo que presenciamos. Estabelecer e seguir um calendário é adquirir a sensação de segurança, de integrar-se ao ritmo do Universo e esta iniciativa é milenar e comum a todas as culturas.

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Muitos dos componentes das ceias e enfeites tradicionais das cerimônias de ano novo são derivados de plantas, cujas flores originam as essências de Bach.     Existe Sincronicidade entre a utilidade destas essências e as lendas seculares e símbolos tradicionalmente associados a estes artigos tão comuns nos festejos de ano novo, mesmo em nossa sociedade atual.
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Recentemente, me surpreendi com os relatos, em inúmeras reportagens, nas quais afrodescendentes reclamam (justificadamente…) que seus terapeutas se mostraram incapacitados para lidar com a questão do racismo, chegando até mesmo a negar sua existência neste século, verbalizando que seus Clientes deveriam cessar com esse comportamento de “vitimização”.

 

Constata-se um enorme lapso nos estudos profissionalizantes em Terapia, que nem sequer incluem a pauta do racismo em suas aulas.

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