Anatomia Energética

Ayurvedica
Anatomia Energética - Modelo: Rilda - Arte Digital: Henrique Vieira Filho Anatomia energética é a correlação do corpo espiritual ou energético para com resultados ao corpo físico, seja ele em equilíbrio e ou desequilíbrio. É sabido que o corpo físico é a morada do Eu Superior - Da Alma – do Self. Composto de vários corpos não palpáveis, mas perceptível. E o mais comum é o corpo mental e o emocional. Que entende um caminhar através dos parâmetros vivenciados em seu cotidiano dando assim roupagem denominada de arquétipo, ou seja, de vitima ou algoz. Poucos atingem sozinhos um patamar de consciência de que a casa (corpo físico) é o receptáculo de uma força maior que é o Eu mesmo, consciente e divino.

O corpo físico em seus componentes fracionados, ou seja, cabeça corpo e membro se desequilibram por um efeito produzido das emoções e da mente. Criando nuvem ao Corpo Espiritual de se manifestar em sua plena sabedoria.

A vida humana começa com a concepção no ponto central que pode ser denominado de mandala. É um símbolo para um plano que não existe neste mundo, pois no mundo polar tudo tem dimensões. Com a concepção, deixamos o infinito sem dimensões e aterrissamos no útero materno, onde, entretanto ainda estamos bem próximos da unidade. A criança é um com a mãe.  Esta unidade, entretanto, abandona o centro passo a passo, dirigindo-se para a periferia da mandala.

Na puberdade termina então a criança, que deixa de ser neutra e passa a ser "a mulher" ou "o homem".

Após a puberdade, a consciência do fato de que se está dividido ao meio, ou seja, da própria imperfeição, é tão grande que os jovens se põem a buscar sua outra metade, a que lhes falta. A voz popular sabe que se trata da metade melhor, da cara-metade. Quando ela é encontrada, a principio dá de fato essa impressão. Com o tempo, entretanto, percebe-se que o que se escolheu foi o próprio lado de sombra. Agora já não são muitos os que têm a coragem de reconhecer que continua se tratando, agora mais do que nunca, da metade melhor, aquela que falta para a perfeição.

A época do meio da vida é freqüentemente considerada o ponto culminante que ainda ressoa em nosso conceito de clímax [Klimakterium - menopausa]. A expansão física e, com ela, a da força e da energia externas, termina em favor da expansão interna.

Pode-se ignorar a menopausa com um truque hormonal, continuar brincando de jovem. A popularidade de tais truques não é de admirar quando se pensa no culto à juventude dominante e na negação da velhice que o acompanha. Entretanto, permanece a pergunta se o que se quer é realmente sacrificar a chance de superar conscientemente essa grande crise de passagem da vida em prol de uma mentira vital. E preciso aliviar-se tanto físico quanto animicamente e preparar-se para o retorno, o caminho de casa da alma. Para isso é necessário livrar-se do lastro. Quanto mais isso acontece em sentido figurado, mais estável permanecerá a estrutura do corpo.

Apesar das reivindicações em contrário, o homem moderno é hostil às mudanças na vida. Perguntas

1. - Posso assumir a tarefa da mudança que acompanha a crise da meia-idade?

2. - Admito e satisfaço meus desejos em relação à descendência e à "vida", Vivi o suficiente? Estou farta?

3. - Há planos nos quais gostaria de mudar e não me atrevo? Onde poderia tornar-me fértil em sentido figurado?

4. - Que lastro deveria soltar? Que tarefa deveria começar?

5. -Onde me falta estrutura? Onde posso encontrá-la?

O homem também tem sua menopausa, ou seja, das exigências de mudança que resvalaram para planos não liberados. A palavra grega krisis (= crise) quer dizer, entre outras coisas, decisão, e o homem de fato precisa decidir se quer empreender o caminho de volta conscientemente ou padecê-lo inconscientemente.

Perguntas

1. - Em que ponto do padrão da vida estou agora?

2.- Com quais seções de meu caminho de vida estou em pé de guerra?

3.- Onde e de que forma ofereço resistência ao retorno exigido pelo padrão?

4.- Como lido com a tensão na minha vida?

5.- Quais caminhos de distensão estão abertos para mim?

6.-Realizei ou mesmo sobrevivi aos objetivos de minha vida?

7.- O que minha vida poderia ainda salvar agora?

Imagine que o seu corpo é uma máquina. Esta máquina é mantida pela energia captada, armazenada e distribuída por 7 pecinhas; e cada uma é responsável por uma atividade.

Se uma delas falhar, afeta toda a produção. Assim funcionam os chakras, os nossos centros de energia: quando estão em desequilíbrio, afetam o corpo, a mente a alma. Conheça cada um deles e as suas funções:

Chakra Básico

Desequilibrado: Irritação, raiva, medo de viver, apego excessivo e pouca auto-estima.

Equilibrado: Confiança na vida, segurança pessoal, satisfação, estabilidade, força e coragem interior e bastante auto-estima.


Chakra Energético

Desequilibrado: Ciúme, possessividade, instintos reprimidos, tensão, tristeza.

Equilibrado: Fluidez natural da vida em todos os sentidos: corpo e mente, entusiasmo, ações produtivas, franqueza, naturalidade.

 

Chakra Plexo Solar


Desequilibrado: Tendência a moldar tudo sob seu próprio ponto de vista, egoísmo, inquietação, insatisfação, descontrole, nervosismo, ansiedade, falta de concentração, medo de novas experiências e medo de rejeição.

Equilibrado: auto-estima, sensação de paz e harmonia, aceitação da vida e do próprio crescimento, autoconfiança, valorização das riquezas interiores e exteriores.

 

Chakra Cardíaco


Desequilibrado: doação excessiva de si, desespero, ódio, inveja, medo, ciúme, raiva, depressão, angústia, indiferença, brutalidade e frieza.


Equilibrado: Amor, compaixão, confiança, inspiração, esperança, generosidade, solicitude, calma, alegria, equilíbrio.

 

Chakra Laríngeo

Desequilibrado: Dificuldade de se mostrar e expressar-se, tomar decisões. Insegurança, crítica, timidez, medo da opinião alheia e falta de autoridade.


Equilibrado: Livre expressão de pensamentos, conhecimentos e sentimentos; criatividade na comunicação, voz potente e clara, eloqüência, capacidade de ouvir com atenção e com o coração honestidade interior, fé, vontade, sensação de total integridade.

 


Chakra da Visão


Desequilibrado: Rigidez mental, racionalidade excessiva, vaidade em relação a própria inteligência, medo da verdade, confusão, fixação em determinadas idéias.


Equilibrado: Agilidade mental, visualização desenvolvida, transcendência, abertura da intuição e visão interior, discernimento, inteligência emocional, conceito de realidade, capacidade de ver além das formas físicas.

 


Chakra Coronário

Desequilibrado: Falta de propósito, perda da identidade, medo de estar só, sentimento de separação do próprio "eu" transmitindo bloqueio aos demais chakras.


Equilibrado: Descoberta do divino, facilidade para acessar diretamente o conhecimento superior a partir da conexão com o "eu universal", confiança, abnegação, humanitarismo, habilidade para ver o todo no fluxo de vida, devoção, inspiração, valores, ética. Irradiação da vida com total plenitude e pureza.

 

Quero ressaltar que para os profissionais da área holística é de suma importância que ele trabalhe seus chakras para manter uma consciência maior de si e uma percepção do outro de forma mais ampla e sem envolvimento com a energia emanada durante o processo de atendimento.

 

Como equilibrar os Chakras

Realinhamento de Chakra – Deeksha - é uma técnica codificada através de do livro Tantra, no qual constam ensinamentos sobre o princípio comportamental de vida. O objetivo principal desta terapia é realizar um processo de higienização da mente, do

Yôga - A prática do yôga trabalha todos os chakras. Esta filosofia, diferente do que muitos acreditam, não é uma terapia, e sim uma cultura que tem como meta principal o samádhi, estado de hiperconsciência e auto-conhecimento.

 

 


Celi Coutinho

Celi Coutinho - Terapeuta Holística - CRT 21270 é autora de vários livros e atua com Terapia Samkya.

www.celicoutinho.com.br



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