Tempestade em Copo - Modelo: Amanda - Arte Digital: Henrique Vieira FilhoEnquanto uns optam por interpretar, otimisticamente, que o copo está metade cheio…

 

E outros, mais drásticos, que o copo está metade vazio…

 

Há aqueles que simplesmente nem se ocupam dessa polêmica, saciam sua sede e pronto !

 

Por sinal, muitas vezes é preciso esvaziar totalmente para criar a oportunidade de preencher com novos sabores...

 

Com a economia brasileira em estado delicado, os empregos antes estáveis, já não garantem nada. Os especialistas afirmam que o país passa por uma “crise” (que novidade…).

 

Muitos colegas tem a Terapia como uma segunda Profissão… Claro, amam essa atividade, mas se sentiam mais seguros mantendo, em paralelo, ocupações convencionais.

Sabiam que, antes de ser apropriada para descrever momentos político-econômicos, a palavra “crise” era de uso na TERAPIA ?

 

O vocábulo veio do latim crisis, “momento decisivo”, decalque do grego krísis, “decisão”, sendo que Hipócrates o utilizava para descrever o momento decisivo no tratamento, onde ou se conquista bons resultados ou o pior pode acontecer…

 

Modernamente, a palavra foi emprestada para a Economia, significando: “fase de transição entre um surto de prosperidade e outro de declínio, ou vice-versa”.

 

Atribui-se a John F. Kennedy a propagação da versão motivacional de que, em chinês, o vocábulo é composto pelos ideogramas que indicam “perigo” e “oportunidade”. Os etimologistas discordam, afirmando que se trata de “perigo” e “momento crítico”, equivalendo em sentido, à interpretação ocidental.

 

Outrossim, convenhamos que, a versão do ex-presidente americano, está sincronisticamente correta e em conformidade com a tradicional abordagem de opostos complementares da milenar sabedoria oriental.

 

Retomando o foco: com “medo” da crise econômica, muitos Terapeutas paralisam (sugiro o floral Rock Rose para estes momentos…) seus investimentos em consultório, suspendem os estudos, enfim, se apequenam esperando que, um dia, as coisas melhorem…

 

Parece que esqueceram dos ensinamentos hipocráticos, pois a crise implica justamente que devemos AGIR: avaliar o quadro e intervir em prol da melhora geral.

 

Seja na abordagem etimológica, seja na interpretação “marketeada”, mais do que apenas momentos perigosos e de oportunidades, as épocas de crises implicam em momentos de decisão (deriva do termo “cisão”, corte…).

 

Ora, se os empregos convencionais já deixaram de ser “portos seguros”, o melhor mesmo é começar a “cortar” os laços que lhe prendem e passar a investir mais no principal recurso de seu consultório, ou seja, VOCÊ !

 

A crise, econômica ou não, implica que uma intervenção se faz necessária.

 

Ao invés de nos determos, ad infinitum, racionalizando se é bom ou ruim a metade que descansa no copo, que tal nos valermos da CORAGEM (= agir com o coração…) e saborear a água ?

 

Quem sabe, saciando o desejo, ressurja o ânimo que precisamos para nos preparar para o momento que naturalmente sucede aos períodos de crise: os bons tempos de PROSPERIDADE.

 

Para quem prefere uma abordagem mais “fria” (mas, nem por isso, menos verdadeira…): para garantir-se financeiramente, é necessário preparar-se para atender um público alvo cuja estabilidade econômica esteja acima das constantes e passageiras crises econômicas.

 

A Terapia Holística, por seu foco no bem-estar e autoconhecimento, interessa especialmente a quem já esteja no “topo” da Pirâmide de Maslow: (para saber mais, leia o Artigo “O Crescimento Da Nossa Profissão”):

Pirâmide de Maslow



 

Quem já resolveu suas necessidades básicas e de segurança, ou seja, está bem situado economicamente, é que naturalmente se abre para analisar sua vida emocional, para o autoconhecimento, ou seja, estão dispostos a investir seus recursos financeiros em prol da sua Qualidade de Vida.

 

São pessoas com estudos continuados, de bom poder aquisitivo e viajadas, com amplo acesso às informações.

 

Ou seja, para ser candidato a atender este perfil, igualmente VOCÊ tem que se manter sempre na vanguarda da Profissão, mantendo-se sempre atualizado e investindo em si mesmo, em seu aprendizado continuado.

 

Afinal, por que “outros” (os Clientes…) investiriam em seu trabalho, se nem você acreditou o suficiente para investir primeiro ?...

 

Seja pelas razões do coração, ou pelo racional, invista mais do que nunca em si mesmo: estude, faça cursos, amplie seus horizontes com viagens, abra a mente.

 

Aplique seu tempo e recursos onde o retorno é garantido: VOCÊ !

 

Como bem diz a sabedoria popular: “O que se leva da vida, é a vida que se leva”...